O amor é vírus
Os desdobramentos das vivências amorosas se baseiam em como lidamos com nossos conflitos, e como confrontamos a realidade. Apesar de ser considerado o mais sublime dos sentimento, o amor muitas vezes é rejeitado. Seja por ser mais cômodo não o sentir, não lidar com ele, seja por a vida nos colocar em situações quais é necessário fazer escolhas e nem sempre estamos prontos para escolher o amor.
Mas amor não é teoria, é prática, é sentir. Talvez seja como mergulhar em um rio e nele de dissolver para se unir ao mar e em maré cheia, regidos pela lua cheia, transbordar. Talvez seja o brilho estelar nos olhos e o sorriso largo de palhaço ao se deparar com o ser amado.
Talvez não seja nada disso, talvez seja mais do que isso, ou talvez nem seja amor.
Não há definições para o que é amor. Não há fórmulas de o sentir. Não há como prever seus efeitos colaterais. O amor chega, se instala e pronto. O território foi invadido e colonizado, como um vírus que infecta o nosso organismo, seguindo dominando as células e fazendo-se propagar. E quando se descobre, já se é amor por completo, sem voltas, ou qualquer droga que auxilie no tratamento.
Se o amor é vírus, como está tua imunidade? Vai se permitir ser invadido?
Nenhum comentário:
Postar um comentário